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Resenha | Loney

  • Francine Vieira Leite
  • 18 de ago. de 2017
  • 1 min de leitura

A história se passa na década de 70 em Loney que é um lugar sombrio da Inglaterra, onde os religiosos da Paróquia São Judas Tadeu vão fazer uma peregrinação de páscoa.

Nessa última visita, a mãe de Tonto vai em busca da cura para seu filho Hanny que não fala (e além disso apresenta um pouco de autismo).

Desde que o Padre Wilfred morreu, o grupo de católicos não sabem ao certo se ele estava firme em sua fé, e nesse meio tempo tentam aceitar o novo padre Bernard.

Durante esses conflitos, vemos dois adolescentes (Tonto e Hanny) saindo da propriedade em que estão hospedados Morings e indo até a assombrada casa Thessaly, que segundo a lenda local era a casa de uma bruxa, que foi enforcada por sua perversidade.

E eles não imaginam o que esse envolvimento com os vizinhos trará para o resto de suas vidas.

A proposta do autor é mostrar que ás vezes as pessoas se apoiam na fé ou na religião, porém que a mesma pode ser abalada facilmente se você colocar todas as esperanças nas pessoas e não em Deus.

O enredo possui poucos diálogos e é narrado em primeira pessoa por Tonto com detalhes.

Loney não é um suspense ruim, porém ele deixa o leitor cheio de perguntas e sem respostas no final da história.


Nota: 3/5


 
 
 

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